Durante a pandemia, houve um aumento de 118% no número de healthtechs no Brasil em comparação a 2018. 

Para quem faz parte do setor de tecnologia – ou para os amadores de inovação – o termo Healthtech já não é desconhecido.  

Ao levarem soluções inovadoras a diferentes processos na área da saúde, as Healthtechs desempenham importante papel no setor ao reduzirem custos logísticos, melhorarem gestão e eficiência de processos e oferecerem aos pacientes um atendimento mais ágil. 

A comprovação da relevância e expansão desses negócios se torna evidente com os dados levantados pelo relatório “District Healthtech Report”. 

Na edição de 2020, o material produzido pela Distrito traz tendências, dados, cases e outras informações que contextualizam o momento de crescimento que as healthtechs se encontram, tanto nacionalmente quanto ao redor do mundo. 

Somente no Brasil, já são mais de 540 empresas divididas em diferentes categorias, como acesso à informação, medical devices, farmacêutica e diagnóstico, entre outras seis – sendo que 64% destas estão localizadas no Sudeste e apenas 8,2% nas regiões Norte e Nordeste.  

Juntas elas empregam quase 10.000 pessoas e, entre 2014 e 2020, já foram investidos USD 430 mi em healthtechs no Brasil e mapeadas 189 rodadas de venture capital.  

Destaque para o ano de 2017, que contou com 36 deals e USD 152,2 milhões em investimento.  

Confira abaixo alguns exemplos brasileiros: 

  • Clique Farma 
  • Boa Consulta 
  • Sannar  
  • Vittude 
  • Dr. Consulta 

Para o futuro, o recomendável é não perder esse ecossistema de vista. Afinal, as demandas no setor da saúde somadas ao contexto pandêmico criam terreno fértil para a expansão de Healthtechs.