O futuro do trabalho está constantemente em pauta. Ambientes remotos, gestão humanizada, trabalho com propósito, home office produtivo, diversidade, etc. Um dos temas que está em alta recentemente é relacionado a conhecimento x diploma: qual deles será mais importante no futuro?

Atualmente temos dois movimentos sobre o tema: os que defendem o fim da formação acadêmica e os que são contra. Apesar do trabalho estar cada vez mais baseado em conhecimentos, experiências e habilidades, tanto técnicas quanto comportamentais, o diploma pode passar a ser secundário, mas não perde a sua importância.

Quando um candidato é avaliado em uma entrevista profissional, são valorizados conhecimentos técnicos, globais, de mercado, assuntos relevantes que envolvam economia, política, ESG e tendências de modo geral. Tanto as experiências profissionais quanto as de vida, as habilidades técnicas e comportamentais, são consideradas.

Já vivemos nesse cenário e isso vai ter cada vez mais peso no momento da entrevista de emprego.

Entretanto, os profissionais que possuem formação acadêmica trazem conhecimento e maturidade para a empresa. A experiência de cursar um ensino superior envolve não só o aprendizado na sala de aula, mas também o convívio social, que é de extrema importância. A universidade é a porta de entrada para conhecer pessoas que vão atuar na mesma área que um profissional, mas tem um perfil diferente, com outros pensamentos e ideias. A vivência universitária também amplia o networking, proporcionando maiores oportunidades de negócio.

Depois de realizar um curso superior, que, na maior parte dos casos, dura de 4 a 5 anos, o profissional também tem mais agilidade no curso de especialização, que dura de 1 a 2 anos, pois já conta que este tenha uma base sólida de conhecimento anterior.

O mercado pode não contratar somente pela formação acadêmica, mas quem tiver o diploma, aliado a conhecimento, experiência no mercado e habilidades que tenham sinergia com a empresa, sem dúvidas será um profissional diferenciado.