Para uma seleção assertiva de líderes, é necessária uma análise de comportamento, soft skills e vivências reais. 

As posições de liderança são responsáveis por manter suas respectivas áreas com níveis esperados de produtividade, engajamento e performance.  

Assim, os líderes são peças-chave para qualquer organização e requerem maior atenção em processos de recrutamento para uma seleção assertiva.  

Segundo uma pesquisa feita pela Gallup, empresas não realizam boas contratações de líderes em 82% dos casos, sendo que a cada 10 profissionais selecionados, somente 1 tem aptidão para liderar.   

Por isso, atrair com assertividade os talentos que ocuparão essas posições é fundamental para dar continuidade a bons resultados ou reestruturar dinâmicas e comportamentos.  

Para que isso aconteça, apenas o currículo ou as experiências profissionais não são suficientes: é necessário que as soft skills sejam parte do critério, assim como o perfil comportamental.   

Durante o recrutamento, a análise do perfil profissional desempenha um papel de extrema importância para a redução das taxas de turnover e alinhamento apropriado entre a cultura organizacional e o candidato. 

Isso porque parte importante do escopo de liderança abrange fatores não técnicos, como motivação, influência, valores íntegros e gestão de pessoas.  

Assim, identificar traços de comportamento que sejam compatíveis com a equipe a ser liderada e as condições da área em questão são cruciais para um bom fit cultural.   

Afinal, esse profissional, além de cumprir com responsabilidades de seu escopo, também será um player essencial para promover a cultura da empresa e garantir o desenvolvimento dos membros de sua equipe.